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Por que Investir na Produção de Refrigerantes Artesanais?

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Você já ouviu falar sobre refrigerantes artesanais? Sabia, também, que é possível produzir esse tipo de bebida sem investimentos exorbitantes em maquinários industriais? Mesmo que a sua resposta seja afirmativa para ambas as perguntas levantadas, ler esse texto pode ser uma ferramenta interessante no esclarecimento de muitas das suas possíveis dúvidas sobre este tema. Vamos lá?

O que são refrigerantes artesanais?

Ideia

Inovação é a busca por fazer algo já conhecido de uma forma completamente nova. Em uma pesquisa rápida pelo mecanismo de busca da Google, essa palavra traz, aproximadamente, 55 milhões de resultados. Tal dado revela um grande interesse das pessoas em se reinventar em casa, no trabalho e, até mesmo, na abertura de um novo negócio. Pensando nisso, o empreendedorismo alimentício encontra, hoje, a ascensão de um nicho de mercado muito preocupado com a saudabilidade dos produtos que consome. Esse, portanto, é um chamado que incentiva o investimento em bens de consumo com uma abordagem menos artificial. 

O refrigerante é a bebida não alcoólica mais consumida no Brasil. Os modelos tradicionais são gêneros fabricados a partir da mistura de água gaseificada, açúcar e/ou edulcorantes, corantes, conservantes e aromas artificiais. Muitas entidades médicas ao redor do planeta veem essa combinação como vilã, embora sedutora. Estudos mostram que a composição do refrigerante apresenta teor excessivo de açúcar e sódio, logo, o consumo em demasia pode estar relacionado à epidemia de pacientes com obesidade, diabetes e hipertensão. 

Saudável

Face a isso, os refrigerantes artesanais constituem uma alternativa saudável e tão saborosa quanto (ou mais que) os refrigerantes comuns. Devido ao emprego de ingredientes naturais, como água gaseificada, sucos e polpas de frutas in natura, quantidades mínimas de açúcar e/ou edulcorantes e especiarias, eles atingem um público em potencial maior: consumidores com e sem restrições alimentares, além de pessoas que, normalmente, não ingerem refrigerantes por causa da sua origem industrializada. Ademais, a utilização de embalagens despojadas contribui para o despertar do interesse de compra deste item.

Como produzir os refrigerantes?

De modo simplificado, dividimos a produção de refrigerantes, tanto artesanal, quanto tradicional, em duas partes: o preparo dos xaropes simples e composto e os processos de mistura e enchimento. Num primeiro momento, fabrica-se o xarope simples a partir da solubilização do açúcar em água tratada. Em seguida, essa solução passa pelas etapas de purificação e clarificação, onde se retiram compostos que conferem aroma, cor e sabor indesejáveis ao produto. O líquido resultante é filtrado e, por fim, acrescido dos ingredientes responsáveis pelo beneficiamento sensorial da bebida, quando se obtém o xarope composto.

Açúcar

Num segundo momento, o xarope composto é diluído em água tratada para, então, seguir pela desareação, cuja finalidade é a retirada do gás oxigênio dissolvido. Finalmente, passa pela carbonatação, etapa onde ocorre a adição do gás carbônico responsável pela gaseificação do refrigerante. A partir daí, o material é envasado e distribuído. A diferença entre a produção artesanal em relação à tradicional reside na dimensão do maquinário. Sendo que para a produção artesanal, na maioria das vezes, esse é menor. Além disso, outra diferença está nas características das matérias primas, que são mais naturais e menos processadas quimicamente.

Segundo a Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (AFREBRAS), a popularidade dos refrigerantes artesanais teve um crescimento sólido entre 2011 e 2016. Ou seja, o consumidor brasileiro vem se libertando de alguns hábitos alimentares tradicionais em busca de qualidade e melhoria de vida. Diante de um cenário onde a indústria se limita aos sabores cola, guaraná, laranja e limão, produções artesanais que buscam a pluralidade de frutas endêmicas no país, oferecem diversidade de sabores, melhor valor nutricional e menos obscurantismo nas listas dos seus ingredientes. Esses fatores geram valor à escolha do cliente pelos refrigerantes artesanais.

O que é preciso para começar a produzir?

Refrigerante Artesanal

Decidir pelo investimento em uma ideia inovadora, tal como a de refrigerantes artesanais, não é simples. Isso porque o mercado dos refrigerantes artesanais é bastante amplo e monopolizado. Contudo, conforme discutido, esse gênero de bebidas constitui um nicho empresarial que não deixa a desejar, uma vez que apresenta diversas vantagens em termos financeiros e de prospecção de mercado. O refrigerante GLOOPS é um case de sucesso nesse ramo, onde desde 2012 conseguiu expandir o seu volume de produção de 1500 para 25000 litros mensais alavancando as suas vendas dentro do país.

O primeiro passo para iniciar um empreendimento pressupõe planejamento, pois, do contrário, sua tentativa pode ser frustrante. Então, no contexto das bebidas não alcoólicas, é fundamental que você conheça o seu produto e o mercado no qual ele se insere. Além disso, as matérias primas e o processo de produção adequado, as embalagens viáveis, os custos e os ganhos, dentre outros aspectos são também muito importantes. Fazer tudo isso sozinho pode ser bem desestimulante. Assim, tendo isso em vista, a busca por uma consultoria especializada representa uma ajuda confiável nas suas tomadas de decisão. Nós da Mult, estamos à disposição para tirar suas dúvidas ou fornecer o suporte que você procura. Sinta-se à vontade para nos contactar em nossos canais!

Por Igor Andrade.

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